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O tempo de inatividade é a nova crise das frotas — e começa dentro da sua operação

O fornecimento de veículos e os valores de revenda estão relativamente estáveis rumo a 2026, mas manter os veículos em operação tornou-se o verdadeiro desafio para as frotas.

Os atrasos nos reparos agora são um problema constante, impulsionado pela escassez de peças, pela disponibilidade limitada de técnicos e pela crescente complexidade dos veículos. Esses problemas não são ocasionais—ocorrem regularmente e geram tempos de inatividade contínuos.

No entanto, uma grande parte dos atrasos vem de processos internos. Aprovações lentas, comunicação deficiente e sistemas desconectados frequentemente adicionam dias aos prazos de reparo. Muitas frotas ainda dependem de fluxos de trabalho manuais, o que aumenta a ineficiência.

As frotas estão se adaptando mantendo veículos extras como reserva e ajustando estratégias de manutenção com base no uso. A maior oportunidade está em melhorar os processos—agilizar aprovações, acompanhar os prazos de reparo e aumentar a visibilidade entre fornecedores.

No ambiente atual, a previsibilidade é tão importante quanto o custo. Decisões mais rápidas, melhor coordenação e maior clareza sobre os reparos podem reduzir significativamente o tempo de inatividade e melhorar o desempenho geral da frota.

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