·2 min de leitura

Por que o aumento das taxas de quilometragem do IRS está forçando gestores de frotas a repensar os reembolsos

A taxa padrão de quilometragem do IRS aumentou de forma acentuada, atingindo 72,5 centavos por milha em 2026 — quase 30 % acima de 2021. Esse aumento reflete o crescimento dos custos de propriedade e operação dos veículos, e não apenas os preços dos combustíveis. Entre os principais fatores estão o aumento dos custos de manutenção e reparo, preços de aquisição mais elevados devido a tecnologias avançadas, prêmios de seguro em alta, ciclos de reparo mais longos e maior complexidade trazida pelos veículos elétricos.

Embora muitos empregadores utilizem a taxa do IRS como padrão, ela não é obrigatória e representa uma “média das médias” em nível nacional, o que frequentemente resulta em reembolsos excessivos ou insuficientes, dependendo da função, do tipo de veículo e da região. Esse desalinhamento também pode expor os empregadores a riscos trabalhistas, já que questões de conformidade geralmente decorrem de exigências relacionadas a salários e jornadas, e não de regras fiscais.

Muitos programas de frota conseguem operar com um custo por milha inferior à nova taxa de reembolso do IRS. Empresas com motoristas que se aproximam de 1.000 milhas de uso profissional por mês devem considerar a disponibilização de veículos de frota como alternativa aos pagamentos por milha. Em 2026, as frotas operam com melhor disponibilidade, incentivos de compra, tecnologias híbridas, taxas de juros em queda e fortes valores de revenda — o argumento a favor da frota nunca foi tão forte!

Leia mais em